Ano Novo, coice velho…

Ano Novo, coice velho…

Incrível de acreditar mas foi verdade, sair para distrair-se e deparar com absurdos hilários, falta de simancol ou mesmo educação.

Se eu me senti sem jeito, desconfortável imagine quem estava sendo esfolada?

Dentro de um local público onde transita diversas pessoas, ainda dei uma passadinha de olho para ver se era teatro do fantástico com aquele estilo, “você não vai tomar providencia?”

O problema que não foi um, nem dois, foram várias situações que ao ir passeando fui percebendo. Era casal se agredindo verbalmente, pais faltando só chutar os filhos, discussões com palavras de baixo calão e tudo isso dentro do Barra Shopping.

Bem e o que eu estava fazendo lá?

Eu fui com minha esposa, meu filho e minha nora dar um giro, comer no Benkei Asiático que não chega nem aos pés do Rangetsu of Tokyo pertinho de onde meu filho mora na cidade da garoa ou mesmo do meu mano Maeda lá no bairro da Penha o  Higashi Sushi, mas fazer o que, o Rio é mais de comida a quilo mesmo ou petiscos.

Fora isso claro, pois esse era de fato o motivo principal, comer e comer bem, mas fazer as famosas trocas de presentes errados.

Não sei se por esse motivo o clima lá estava pesado, parecendo que as pessoas foram lá para se agredirem mutuamente, se magoarem. Vi muita gente chorando pelos cantos, enfim um começo de ano que mostrou bem a cara das pessoas que não valorizam nada, apenas momentos.

Andam enfurecidas, sem paciência, sem escuta, apenas um egoísmo individual onde quase que exigem de seus parceiros ou familiares ou ainda amigos a atenção plena somente para eles sem partilhar a reciprocidade.

Viver é uma vida de mão dupla, assim como o semear que é livre, mas todos esquecem que a colheita será sempre obrigatória.

Uma pena que a cada ano não sei s pela idade, não sei se por não aceitar mais atitudes desse nível, não sei se pela temperatura de 55º, ou se pelo novo jeito carioca de ser, não ter modos em público, não ter vergonha do ato de vexame, não ser pelo menos homem, respeitar sua companheira, seus filhos que acredito não foram cuspidos e respeitar as pessoas a sua volta que nada tem com seus dilemas pessoais.

Como dizia vovó, todos podem ter roupas sujas, mas estas devem ser lavadas em casa e no tanque e não em público com direito a palanque.

De resto foi tudo muito bom, pequenos exageros da gula, bom atendimento na troca, passeio pela orla com praia lotada e cheiro de mar, um bom cafezinho para completar o passeio e de volta a casa e ainda no calor, um bom filme para esquecer o terror.

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Sobre KAMBAMI

Uma metamorfose humana do conhecer e aprender. Simples porém exigente. Bem sobre o autor desse blog, me parece ser um cara legal, gosta de conversar, dar pitacos aqui e acolá. Procuro ser o mais sincero que a vida me permite, adoro amizades, sou tímido acreditem também uma metamorfose ambulante como diria Raul. Adoro cozinhar, mas na escrita sou mesmo comilão, como acento, concordância verbal, minha gramática de fato anda bem mal, mas sou um cara legal. Tenho muito gosto em escrever o que me vem à mente ou o que me chega aos ouvidos e visão, sou um observador nato desde minha aparição. Aqui é um palco de teatro não se engane há muito de quem escreve e muito de fantasia, mas não há bilheteria, então sinta-se a vontade, puxe sua cadeira e sente, estou quase sempre presente, me enrolo muitas vezes nessa de seguir quem me segue, me perco nesse mundo danado de internet. Não sou esnobe, sou pessoa bem simples, gosto da natureza, da boa mesa, do bom papo, não tenho hora, não uso relógio para controlar meu tempo, a muito me deixei ser levado ao vento, ora furioso que me derruba e machuca, ora bondoso que me embala em doçura. Chamo-me Cláudio El-Jabel, também podem me chamar de Kambami ou Kael, adoro distribuir carinho sem intenção outra que não seja da amizade ser bela, ser amiga, ser sincera, entendo que nossa vida é algo muito rápido e nem sempre dá tempo de nos conhecermos melhor, mas essa é minha apresentação, muito prazer, eu não esqueço vocês, já os tenho em meu coração, sejam bem vindo então.
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5 respostas para Ano Novo, coice velho…

  1. Sabrina Izabelly disse:

    Amei seu texto haha ❤

    Seguindo, segue de volta!
    https://canalaleatorio.wordpress.com/

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  2. E eu que pensei que o “tocar a campainha e correr” tivesse acabado aqui no prédio até porque as “crianças” cresceram 😦 Na virada de 24 para 25 voltaram com isso. Numa hora eu por ficar de tocaia vi quem era. Uma é moradora do prédio e que sabe que eu sou cadeirante. Como aqui não tem elevador, vou esperar um dia estar frente à frente com ela e saber porque fez isso. Foram 5x que ela e uma amiguinha fizeram isso.

    Eu até já escrevi sobre isso porque eram mais frequentes:
    https://cadeiranteemprimeirasviagens.wordpress.com/2012/12/16/qual-o-prazer-em-tocar-a-campainha-e-correr-da-casa-de-um-cadeirante/

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    • KAMBAMI disse:

      Nada Valéria, pensamos que o mundo caminha bem e quando menos se espera somos atropelados por um trem sem tamanho. Vou lá ver seu post.
      Fica assim não um diabinho aqui do meu lado disse: “pede pra ela por choque na campainha, rsss(brincando)”.

      Beijocas! 😉

      Curtido por 1 pessoa

  3. Hehe… É que o choque iria penalizar os outros.

    Minha mãe andou desligando por um tempo a campainha. Acho que acabou com falta de educação deles.

    Vou almoçar e depois eu volto 🙂

    Beijocas,

    Curtido por 1 pessoa

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