ONTEM, HOJE E ETERNAMENTE

BRASIL DE LUTO

ONTEM, HOJE E ETERNAMENTE

Por Cláudio El-Jabel

 

É impressionante a cabeça de ameba que as pessoas tem, sofrem reclamam e continuam tupiniquins. Aliás tupiniquins é sacanagem seria preconceito com estes índios são brasileiros medíocres mesmo que já esqueceram de tudo para torcer e gastar dinheiro vendo “bosta do mundo”.

Nada contra os atletas e sim contra o evento que fique bem claro. Atletas são apenas profissionais que ganham dinheiro para jogar bola seja por uma bandeira ou outra o importante é quem paga mais assim como funciona os chamados mercenários.

Um povo que tem dinheiro para pagar ingresso de futebol após levarem tanta porrada nas ruas pelo poder público merece mesmo continuar levando porrada, perdendo a vida por falta de hospitais, tendo seus filhos ingressando no poder paralelo, se marginalizando, pois de fato no Brasil ser bandido dá lucro e poder, vide os políticos eleitos pelo mesmo povo que reclama.

E por que o futebol faz tanto sucesso no mundo inteiro? Pelo simples fato de ser a nova forma de gladiadores. A humanidade com suas fronteiras e suas bandeiras e seus preconceitos se arrasta na inútil intenção de sempre ser superior a outra. Quando não fazem guerra, fazem lutas, futebol e coisas afins o que importa é a competição e caso essa não ocorra de forma agradável valem-se de tudo, rojão, brigas de pau e tiros, linchamentos e tudo que faça o suposto oponente se sentir acuado.

Fica difícil entender como se dá tanto valor a uma disputa do que a educação, saúde, qualidade de vida. A motivação e o empenho dos nossos dirigentes políticos eleitos pelo povo para uma possível melhoria de qualidade de vida é direcionada para um evento que em nada virá acrescer a nossa juventude.

De repente aparecem nas ruas mais policiais para dar segurança do que há no verdadeiro efetivo de anos anteriores, cheguei a contar incríveis 25 policiais em apenas uma esquina, em outra mais 16 e assim sucessivamente dando uma impressão de que estaria eu andando dentro de uma base militar e não na rua. Mas por incrível que pareça fazem apenas pose, pois o assalto continua sem que eles movam-se do lugar.

Vi uma senhora se espatifar na frente de um grupo desses sem que ao menos ajudassem a moribunda a ergue-se, enquanto um grupo de “di menor” curravam um outro velho do outro lado da rua.

Somos nós cidadãos comuns que temos de por nossa cara e nossa vida em risco para livrar outros como nós de bandidagem.

Em verdade não há mais como na minha idade ver prefeitos, governadores e políticos em geral aparecerem em horário nobre pagando muitas vezes as emissoras pelas propagandas extras com o dinheiro que suado pagamos para os cofres públicos com a velha conversa de que são ou serão diferentes, pois a bem da verdade é tudo chorume do mesmo lixo.

Há uma saída sim mas creio que não deva eu escrevê-la pois pode ferir a esperança de muitos que creem na volta de um salvador.

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Sobre KAMBAMI

Uma metamorfose humana do conhecer e aprender. Simples porém exigente. Bem sobre o autor desse blog, me parece ser um cara legal, gosta de conversar, dar pitacos aqui e acolá. Procuro ser o mais sincero que a vida me permite, adoro amizades, sou tímido acreditem também uma metamorfose ambulante como diria Raul. Adoro cozinhar, mas na escrita sou mesmo comilão, como acento, concordância verbal, minha gramática de fato anda bem mal, mas sou um cara legal. Tenho muito gosto em escrever o que me vem à mente ou o que me chega aos ouvidos e visão, sou um observador nato desde minha aparição. Aqui é um palco de teatro não se engane há muito de quem escreve e muito de fantasia, mas não há bilheteria, então sinta-se a vontade, puxe sua cadeira e sente, estou quase sempre presente, me enrolo muitas vezes nessa de seguir quem me segue, me perco nesse mundo danado de internet. Não sou esnobe, sou pessoa bem simples, gosto da natureza, da boa mesa, do bom papo, não tenho hora, não uso relógio para controlar meu tempo, a muito me deixei ser levado ao vento, ora furioso que me derruba e machuca, ora bondoso que me embala em doçura. Chamo-me Cláudio El-Jabel, também podem me chamar de Kambami ou Kael, adoro distribuir carinho sem intenção outra que não seja da amizade ser bela, ser amiga, ser sincera, entendo que nossa vida é algo muito rápido e nem sempre dá tempo de nos conhecermos melhor, mas essa é minha apresentação, muito prazer, eu não esqueço vocês, já os tenho em meu coração, sejam bem vindo então.
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