UM OLHAR DIFERENTE

OLHO

UM OLHAR DIFERENTE

por Cláudio El-Jabel 

 

Hoje acordei com vontade de tentar, fui dormir bem tarde ontem e fiquei pensando se temos o entendimento da voracidade humana em elencar diferenças para com isso insuflar a guerra, por que não poderíamos doutrinar de forma pacífica o entendimento da sobrevivência na Paz?

Na metafísica da guerra temos a compreensão do preparo mental para o conflito. Vivemos em uma época descrita como pacifista, eu por outro lado diria que é uma época de trégua, onde um lado tenta fingir estar calmo enquanto o outro, ganha tempo para um poderio mais eficaz e sem tantos estragos.

O uso sem compreensão da posição ascética torna o homem em seu interior, algo plástico sem vida, corrompendo de forma não natural sua ideia de ser. Nesse ponto entra a religião com sua retrógrada e insensata regra de purificação, com promessas desproporcionais a cena cotidiana de um mundo globalizado.

Cordeiros e lobos é uma mesma face interior de todo ser humano, bastando para apresentação o confronto, seja ele de ideias ou mesmo de sobrevivência.

A magnitude do ser não está no seguir regras sociais, antes disto há uma outra face que rege a concepção humana e a essa chamamos de ditames, onde a consciência e a razão falam alto ao corpo físico para que movimente, reaja, realize de forma clara e sustentável o permanecer.

Esse conflito humano perdura e faz com que muitos se percam em um balizamento que não pode e nem deve ser igual, pois se entende que cada ser é um Universo independente e suas forças aparentemente iguais na realidade são completamente diferentes.

Cada mundo é único, cada vivente é individual, não somos frutos de uma mesma semente e sim poderíamos arriscar em afirmar que seríamos de uma mesma árvore.

Poderíamos apontar que o heroísmo é um fator importante na criação e desenvolvimento da guerra, pois é a forma desprovida de acreditar estar correto que abrem asas a imaginação do conflito e com isso angariar sustento ao gozo de importância perante os seus seguidores.

O eterno conflito humano quando não satisfeito recria situações para novos confrontos e com isso alimenta de forma “vista como saudável” a suposta proteção de algo invisível, plantado e alimentado ininterruptamente por toda geração humana.

Para tanto não precisamos ir tão longe em entender que por toda nossa vida ouvimos e fomos alimentados até mesmo por acadêmicos que se há seres extraterrestres, com certeza se tem tecnologia mais avançada ao ponto de poderem visitar-nos só o fazem na intenção de escravizar. Aqui vale lembrar do dito popular, “medir-se pelos próprios atos”.

Nascemos vorazes e assim como nos comparamos a deidades também somos comparados a vírus e relembrando a Matrix, diria, chegamos, nos apossamos e consumimos tudo a nossa volta, ao terminar olhamos para o lado e percebemos que no quintal vizinho podemos dar continuidade a nossa insaciável fome.

 

 

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Sobre KAMBAMI

Uma metamorfose humana do conhecer e aprender. Simples porém exigente. Bem sobre o autor desse blog, me parece ser um cara legal, gosta de conversar, dar pitacos aqui e acolá. Procuro ser o mais sincero que a vida me permite, adoro amizades, sou tímido acreditem também uma metamorfose ambulante como diria Raul. Adoro cozinhar, mas na escrita sou mesmo comilão, como acento, concordância verbal, minha gramática de fato anda bem mal, mas sou um cara legal. Tenho muito gosto em escrever o que me vem à mente ou o que me chega aos ouvidos e visão, sou um observador nato desde minha aparição. Aqui é um palco de teatro não se engane há muito de quem escreve e muito de fantasia, mas não há bilheteria, então sinta-se a vontade, puxe sua cadeira e sente, estou quase sempre presente, me enrolo muitas vezes nessa de seguir quem me segue, me perco nesse mundo danado de internet. Não sou esnobe, sou pessoa bem simples, gosto da natureza, da boa mesa, do bom papo, não tenho hora, não uso relógio para controlar meu tempo, a muito me deixei ser levado ao vento, ora furioso que me derruba e machuca, ora bondoso que me embala em doçura. Chamo-me Cláudio El-Jabel, também podem me chamar de Kambami ou Kael, adoro distribuir carinho sem intenção outra que não seja da amizade ser bela, ser amiga, ser sincera, entendo que nossa vida é algo muito rápido e nem sempre dá tempo de nos conhecermos melhor, mas essa é minha apresentação, muito prazer, eu não esqueço vocês, já os tenho em meu coração, sejam bem vindo então.
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